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set 18

VIAJAR PARA O JALAPÃO: os principais atrativos da região – Parte 2

 

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A caminho das famosas dunas do Jalapão, você faz uma parada obrigatória para admirar o lago, os buritis e a serra do Sacatrapo.

Esse é a parte 2 do post sobre o Jalapão!

Agora que você já tem todas as dicas para viajar para o Jalapão, porque você leu o post anterior aqui, vamos borboletear nos principais atrativos da região.

O Parque Estadual do Jalapão, criado em 2001 como compensação ambiental pela construção da Usina Hidroelétrica Luís Eduardo Magalhães em Palmas, abrange uma área enorme, do tamanho da Bélgica. Assim, é impossível conhecer a região em apenas uma visita. Contudo, o tempo-ótimo de visita são quatro dias, período suficiente para conhecer os principais atrativos. Nosso roteiro foi na medida: 4 dias. Começamos o dia 1, às 8h00, saindo de um hotel em Palmas e voltamos no dia 4, para o voo das 17h30. Durante a estada, conhecemos, com tranquilidade, o local. A seguir, confira o que há de melhor para visitar no Jalapão.

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A beleza da flor do pequi é unanimidade… agora gostar dessa frutinha é outra história.. hehehe

Em síntese, pode-se eleger como essencial do Jalapão: 1) tomar banho em um fervedouro, pelo menos; 2) assistir ao pôr-do-sol nas dunas; 3) visitar a cachoeira da Velha; 4) apreciar e comprar o artesanato de capim-dourado na comunidade quilombola Mumbuca; 5) nadar na incrível cachoeira da Formiga.

Como experiências complementares, têm-se: 6) trilha da Serra do Espírito Santo para assistir ao nascer do sol; 7) rafting no Rio Novo; 8) cachoeira do rio Sono; 9) banho no rio Soninho; 10) cânion do Sussuapara e 11) Pedra furada.

Fizemos todas as onze atividades e descreveremos cada uma delas abaixo.

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Visão típica de um fervedouro. Há vários na região. Todos terão a água azul clara, serão redondos, envoltos de bananeiras e buritis! Experimente pelo menos três! Esse aí é o fervedouro do Ceiça.

1) Fervedouros

Os fervedouros são ressurgências hídricas, nascentes de rios, que, em razão do solo arenoso e da forte pressão da água impossibilitam os visitantes de afundarem em suas águas. A temperatura da água é amena, muito confortável, e a sensação de mergulhar no fervedouro é única. É como andar flutuando sobre uma nuvem de areia solta. Ah! Apesar de ter esse nome que remete a águas quentes, a temperatura do fervedouro é deliciosa, refrescante, não muito gelada, mas perfeita para conter o calorão do Jalapão.

Existem mais de 80 fervedouros na região, localizados em propriedades privadas, mas apenas alguns são explorados economicamente, ou seja, permitem a visitação. É interessante visitar mais de um para comparar a densidade da areia e a intensidade da nascente. A atração é meio repetitiva depois do terceiro fervedouro, mas não deixa de ser aprazível e relaxante.

Como o fervedouro é pequeno, pois se localiza em meio a veredas, rodeados por bananeiras e buritis, o número de pessoas para a utilização é limitado, variando de 6 até 10, a depender do local. Assim, para evitar filas ou mesmo para curtir o atrativo com maior privacidade, prefira a visita nas manhãs, bem cedo, ou ao final da tarde.

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Fervedouro Bela Vista, próximo a São Félix.

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Fervedouro do Nô.

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Flutuando no fervedouro que não afunda! Bela Vista.

Conhecemos três fervedouros. O maior e mais bonito deles é o fervedouro Bela Vista, que fica bem próximo à cidade de São Félix. Para entrar, paga-se R$ 10,00 por pessoa. Crianças até 6 anos não pagam. É possível acampar nesse local, onde há banheiros e chuveiros simples. Por encomenda, eles fornecem almoço caipira por R$ 30,00 por pessoa. O diferencial desse fervedouro em relação aos outros é o tamanho e também a textura da areia, é bem fina, lembrando polvilho ou algodão molhado. Segundo o administrador do local, a nascente desse fervedouro tem até 35 metros de profundidade, ou seja, uma grande coluna de água na vertical sustenta o mergulho do visitante, impossibilitando-o de afundar.

O fervedouro mais tradicional do Jalapão é o do Ceiça, que fica no município de Mateiros, com entrada também de R$ 10,00 por pessoa. No local, não é servido almoço. Em comparação com o Bela Vista, o do Ceiça é menor, mas não deixa de ser bonito. A textura da areia já é diferente, apresentando-se mais grossa.

Finalmente, enquanto esperávamos a feitura do nosso almoço, ficamos no fervedouro do Nô, o qual, na verdade é um mini-fervedouro, de águas límpidas e de areia movediça. É estranho e interessante, e lembra um pouco aquelas cenas dos desenhos animados de antigamente, em que o personagem ia aos poucos afundando pela areia movediça.

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Tentando afundar no fervedouro… mas essa areia aí que está na foto não deixa de modo algum!

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Fotinha clássica do pôr-do-sol nas dunas do Jalapão.

2) Pôr-do-sol nas dunas

Ir ao Jalapão e não assistir ao pôr-do-sol nas dunas é um sacrilégio. A paisagem é deslumbrante porque a luz difusa no entardecer parece dourar e realçar ainda mais as cores vibrantes da paisagem: o verde escuro dos buritis, o reflexo do rio tímido que os circundam, as dunas de areia fina e de cor laranja, o céu azul claro com poucas nuvens e o astro-rei, com seus tons de amarelo, laranja e rosa. Imagem memorável de capa de revista ou de post!

As dunas do Jalapão ficam próximas ao município de Mateiros e logo que se sai da estrada de terra, entra-se em outro caminho, por mais 5 km de areia pura, lugar perfeito para os atolamentos. Como a estrada é um pouco difícil, chegue mais cedo para não perder o espetáculo, em caso de atolamento, o qual ainda é mais facilitado pela concentração de carros no local, que torna a areia ainda mais fofa. O pôr-do-sol ocorre por volta das 18h00/18h30, assim, planeje-se com antecedência. Se você tiver um guia experiente com você, o passeio ficará mais tranquilo. É comum ver, na volta, diversas caminhonetes 4×4 atoladas no meio da areia. Fizemos o trajeto com o Fernando, da Livre Expedições, e graças à habilidade dele e também à sorte, não ficamos sequer uma vez atolados.

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Parada antes das dunas.

Durante o caminho de carro até as dunas, pare para admirar os esparsos buritis, o lago e o morro do Sacatrapo, formando essa paisagem “belimbeleza”, à la Guimarães Rosa. Um primor.

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Caminhadinha até as dunas, se quiser, vá descalço! A areia é finíssima!

A explicação da existência das dunas no meio do cerrado deve-se ao processo de erosão e sedimentação das rochas areníticas da Serra do Espírito Santo, situada bem a frente delas. Há cerca de 350 milhões de anos, o Jalapão já foi um grande mar, o que justifica o solo arenoso da região e a formação das serras retas que dominam a cena.

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Lugar super fotogênico, não é?

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Espetáculo da natureza.

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Contrastes de cores!

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Ele é o astro rei!

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A linda e deliciosa cachoeira da Formiga!

3) Cachoeira da Formiga

Essa é uma das cachoeiras mais bonitas do Jalapão e fica próxima ao município de Mateiros. A entrada é R$ 20,00 por pessoa, mas se você estiver com um pacote fechado com um guia, com certeza o valor estará incluído.

A principal característica do rio Formiga são as águas transparentes, com tons esverdeados. Apesar do nome, não há sequer uma formiga no local. O nome foi dado porque acima da nascente desse rio havia muitas formigas. A temperatura é perfeita: ambiente, nada de água gelada de sentir até o osso. O poço da cascata não dá pé, assim, não é recomendado para quem não sabe nadar. É possível subir na cachoeira, porque ela não é muito alta, e ficar lá curtindo uma hidromassagem natural.

Para quem não tem muitas habilidades com água, há uma piscininha linda que dá pé até para crianças, logo abaixo do grande poço. As areias são fininhas e branquinhas.

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Vida excelente!

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Hidromassagem natural na cachoeira da Formiga.

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Borboleta em cima da Formiga!

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Parte rasinha para as crianças.

4) Artesanato Capim-dourado e a comunidade Mumbuca

O artesanato do capim-dourado foi quem deu projeção nacional e internacional à região, mais do que as suas belezas naturais. Trata-se de um capim normal do cerrado, mas devido à alta concentração de alumínio no solo específico do Jalapão, ele possui uma forte cor dourada, matéria-prima de várias bijuterias, chapéus, bolsas, sandálias, artigos de cozinha e decoração.

Em Tocantins é muito fácil encontra-lo. No aeroporto mesmo há lojinhas de artesanato em capim-dourado. Com certeza, o capim-dourado é uma boa lembrança da região para levar para casa ou presentear os amigos.

Nos municípios que abrangem a região do Jalapão também é fácil encontra-lo. Contudo, se você quiser visitar um autêntico lugar da produção desse tipo de arte e ainda contribuir diretamente para o progresso associativo dos artesãos, vá até a comunidade Mumbuca, que fica perto do município de Mateiros.

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Lindo demais esse capim-dourado!

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Tomando um café Negão (marca de Tocantins, muito boa, porque lembra o café da vovó) na casa do sr. Maurício, da dupla Maurício e Arnon, de viola de buriti! É um sonzão diretamente da comunidade quilombola de Mumbuca.

O nome Mumbuca é devido a grande facilidade de se encontrar no local uma abelha de mesmo nome. A comunidade é antiga e é remanescente de um quilombo, com pessoas vindas da Bahia. Atualmente, há cerca de 240 pessoas no local, onde a maioria dos jovens sai em direção aos grandes centros. Poucos retornam às suas origens. A população se misturou com os índios da região, com os quais, os quilombolas aprenderam o artesanato com o capim-dourado.

A colheita do capim-dourado é feita com acompanhamento dos órgãos ambientais e é realizada apenas pelos membros da Associação dos Artesãos. A planta, apesar de tradicionalmente endêmica na região, está diminuindo em sua incidência, em razão de vários equívocos na colheita. Por esse motivo, a extração passou a ser fiscalizada. A época da colheita é em setembro e há uma grande festa na comunidade antes de iniciar os trabalhos. No ano de 2015, a festa está marcada para o dia 18/9 e o início da colheita dia 20/9, sendo possível aos visitantes acompanhar.

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As incríveis cachoeiras da Velha!

5) Cachoeira da Velha

Relativamente próxima ao município de São Félix, está a cachoeira da Velha, formada pelo rio Novo, uma importante fonte de água para a região. A cascata recebeu esse nome porque havia uma senhora de idade que vigiava o local com uma espingarda para que ninguém atravessasse o rio Novo, a fim de preservar a privacidade de seu padrão, o lendário traficante Pablo Escobar, que, nos anos 80/90, possuía uma fazenda na região. Inclusive, após sua morte, a fazenda foi desapropriada e a administração pertence ao Estado, que controla inclusive o próprio acesso à cachoeira da Velha.

As cascatas são lindas e têm 15 metros de altura. O acesso até a cachoeira é fácil porque há plataformas de madeira até à água. Há dois conjuntos de quedas em formas de ferraduras e também são chamadas de mini Foz do Iguaçu, pela grande semelhança com as tradicionais cataratas. É possível tomar banho em partes da cachoeira, mas com cuidado, porque a correnteza é forte. Contudo, depois da cachoeira, há uma ótima praia para banho, a praia do rio Novo, que merece uma parada.

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Na seca, é possível chegar bem pertinho das quedas!

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O rio Novo.

6) Rafting no Rio Novo – aventura inesquecível

Para os amantes dos esportes de aventura, é possível praticar o rafting, que é a descida de corredeiras em um barco inflável com um grupo de pessoas, no rio Novo. O ranking do esporte classifica os níveis dos rios de 1 a 6, variando pela rapidez das águas, dificuldade de obstáculos e navegação. Os entendidos do assunto classificam o rafting no rio Novo, no Jalapão, como nível 4, onde há águas claras, ondas médias, talvez rochas, manobras precisas de vez em quando. Além disso, o rio Novo aparece como um dos 10 melhores do mundo para a prática do esporte.

É claro que fomos conferir e adoramos! Fizemos com a empresa Nova Aventura, que nos garantiu tranquilidade e segurança para o desafio. Todos com coletes, capacetes e o instrutor com muita experiência no local e até internacional.

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Que delícia de adrenalina!!

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Borboletos e a cachoeira da Velha.

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A surpresinha do passeio! Atravessar a queda d´água! Que legal!

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Piso! Centro! Frente! Ré! Rafting do rio Novo.

Se você está no Jalapão para o roteiro de 4 dias, o ideal é fazer o rafting express, que custa R$ 120,00 e dura cerca de 1h30. Para quem nunca praticou o esporte, não precisa ter medo, afinal, nem é necessário saber nadar. O ponto de saída é na cachoeira da Velha, mas se você pretende fazer, agende com a empresa ou fale com seu guia local.

Para aqueles que adoram a aventura é possível fazer um pacote com essa mesma empresa, a Nova Aventura, de três dias de corredeiras, visitando também alguns dos pontos turísticos do Jalapão.

Idosos e crianças ou para quem prefere algo mais calmo, há rafting nível 2, próximo a cachoeira das Araras, no município de São Félix.

Importante: para fazer o rafting é necessário estar de sapato fechado. Pode ser bota, tênis, sandália com presilha ou papetes.

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Remando!!

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Linda demais essa paisagem!

7) Nascer do sol na serra do Espírito Santo

Essa é a atração que exige mais esforço físico do Jalapão e, exatamente por isso, não são todos os visitantes que estão dispostos a fazê-la. Contudo, nós que fizemos, recomendamos muito, a beleza das paisagens e o céu colorido com os raios solares da manhã apagam qualquer dificuldade na subida.

A atividade começa às 4h30 da manhã, quando o guia sai da pousada em direção à Serra do Espírito Santo. Como o astro rei não espera os espectadores, é melhor apressar-se para não perder o show. A trilha na serra tem duas partes: uma extremamente íngreme e outra de 3 km, totalmente plana, para ter a visão das dunas do Jalapão. A primeira parte dura em média 30 minutos a 1 hora, a depender de seu condicionamento físico. A trilha é muito organizada, há até bancos para descanso ao longo do caminho e sinalização.

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Lá de cima da serra do Espírito Santo.

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Depois da trilha, vem a recompensa.

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Nascido o sol, vamos à trilha de 3 km em cima da serra do Espírito Santo.

Depois da parte 1, há um ótimo descanso para a espera do nascer do sol. O vento refrescante e a paisagem estonteante ajudam a esquecer o esforço na subida. Fotografe, faça poses e contemple a imensidão silenciosa. Após o nascer do sol, continue caminhando em cima da serra do Espírito Santo, por mais três quilômetros tranquilos até o extremo da serra, de onde se pode ver as famosas dunas do Jalapão de longe. É dessa serra que sai a areia/sedimentos que as formam!

Importante: vá de calça folgada, fresquinha, e de bota de trekking ou tênis de caminhada. O percurso tem muitas pedras e chinelos e sandálias podem facilitar acidentes. Água e alimentos (barras de cereal e frutas) são imprescindíveis para eventuais quedas de pressão.

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Cabelos ao vento na serra do Espírito Santo!

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Beleza estonteante da cachoeira do Sono.

8) Cachoeira do rio Sono

Nos arredores do município de Ponte Alta do Tocantins, fica essa maravilha natural, a cachoeira do rio Sono. O passeio é apenas para admirar a beleza cênica, mesmo porque a queda d’água é extremamente forte em meio há várias pedras, não sendo possível e nem recomendado o banho. Estimam-se 20m de altura. A visita rende boas fotos e memórias.

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Hidromassagem natural no rio Soninho.

9) Banho no rio Sono

Como não é possível nadar na cachoeira do rio Sono, é possível refrescar-se em suas águas um pouco mais adiante do caminho, antes da grande queda. O lugar propício são pequenas quedas desse mesmo rio, que formam uma plataforma de várias mini cachoeiras, ideais para a hidromassagem. Elas ficam logo abaixo a uma ponte para a passagem de carros.

10) Cânion do Sussuapara

A 14 km de Ponte Alta, escondida dentre as árvores retorcidas do cerrado, está a trilha que dá acesso ao Cânion do Sussuapara, cujo nome remete a um veado, de porte grande, quase extinto na região. Mateiros, nome de um dos municípios do Jalapão, também homenageia um veado da região, mas de porte menor.

O cânion é surpreendente porque a umidade e as plantas umbrófitas (que adoram sombra) contrastam a paisagem seca e rústica do cerrado. O acesso é fácil, sendo possível ir até de sandália. A água das nascentes dos rios escorre pelos paredões, propícios para inúmeras espécies de samambaias e musgos. A visita deve ser feita durante o dia, pois a iluminação é pobre, devido à mata densa.

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Cânion Sussuapara.

O processo de assoreamento do filão de água que corta o cânion é preocupante, pois há menos de 5 anos, o acesso até a cachoeirinha era feito apenas nadando e hoje é possível caminhar até lá. O cânion tem uma extensão de mais de 1,5 quilômetro, mas a parte mais explorada é aquela próxima a trilha da descida, pois há troncos caídos. Além disso, tenha muito cuidado com cobras cascavéis e surucucus, pois elas caem do alto e não mais conseguem subir pela trilha, devido às paredes íngremes do cânion e a presença de turistas.  As víboras ficam estressadas e sem alimento no cânion podendo ser uma ameaça ao passeio. Dessa forma, se você quiser seguir todo o percurso dentro do cânion, não deixe de ter um guia local e também usar caneleiras.

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Filão de d´água do cânion Sussuapara.

11) Pedra furada

Parece que todo lugar tem uma pedra furada para visitar e no Jalapão não poderia ser diferente. Em razão do relevo e da vegetação, há muito espaço para a ação das intempéries da natureza, vento, chuva, erosão, as quais contribuíram para um lindo cenário, a 30 km de Ponte Alta, um grande paredão de pedra com três grandes furos.

O lugar fica ao final de uma plantação de eucaliptos e é residência de diversos pássaros, araras pretas, azuis, e maritacas que se assanham com a presença dos visitantes. Rende boas fotos!

Cuidado que também há muitas colmeias e caixas de marimbondo por lá. Assim, chegue tranquilamente, sem fazer muito barulho para não incomodar os moradores e evitar acidentes.

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Imensidão do cerrado na pedra Furada.

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Pedra Furada.

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Pedra Furada! Cuidado com as abelhas e os marimbondos!

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As araras pretas/azuis: as donas do pedaço.

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Pedra furada!

Ufa! Quatro dias com muitas atividades, não? Mas, com certeza, muito bem aproveitados e admirando a beleza do nosso país. Nesse ritmo bom, chegávamos às pousadas em média por volta das 20h30, já jantados. Durante o dia, havia tempo para almoço tranquilo, com sobremesa, e até uma passadinha na sorveteria para provar os diferentes sabores do cerrado geladinhos!

Ficamos encantados com o Tocantins e já temos planos de visitar outras regiões: Cantão, a Ilha do Bananal e Taguaruçu! Fique ligado nas nossas próximas aventuras! 😉

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Alegria de estar no Jalapão.

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Cachu da Formiga!

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Comidinha da roça na fazenda do Sr. Hélio, próximo a cachoeira das Araras.

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Ipê amarelo no cerrado querido.

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Bye, bye, Jalapão e até a próxima!

1 comentário

1 menção

  1. Arlindo

    Parabéns pela viagem, fotos e pela alegria

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